Os municípios catarinenses Itapema, Balneário Camboriú, Florianópolis e Balneário Piçarras estão nas primeiras posições do ranking brasileiro de acessos 5G em relação à população. As cidades do litoral de SC ficam atrás apenas do distrito pernambucano de Fernando de Noronha.
1º lugar – Fernando de Noronha (PE) – 127 acessos para cada 100 habitantes
2º lugar – Itapema (SC) – 74 acessos por 100 habitantes
3º lugar – Balneário Camboriú (SC) – 73 acessos por 100 habitantes
4º lugar – Florianópolis (SC) – 68 acessos por 100 habitantes
5º lugar – Balneário Piçarras (SC) – 67 acessos por 100 habitantes
Os locais com maior destaque no ranking são reconhecidos pelo turismo. Ao portal Teletime, fonte que levantou os dados, a Anatel afirmou que os destinos turísticos costumam apresentar maior cobertura e adoção mais rápida de novas tecnologias. A agência também aponta que a disponibilidade da rede, a disseminação de celulares compatíveis e a renda da população influenciam o avanço do 5G.
Entre as capitais, Florianópolis aparece na primeira posição – à frente de Curitiba, que figura na 10ª posição geral, com 63 acessos por 100 habitantes. A capital catarinense tem disponibilidade do 5G para 97,98% dos moradores, enquanto outros municípios como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte superam 99%. Mesmo assim, a capital catarinense apresenta uma proporção de acessos por habitante superior à observada nessas três cidades.
No ranking de acessos 5G em relação à população ainda aparece Timbó, município catarinense do Vale do Itajaí, na 15ª colocação. A cidade é sede da operadora Unifique, associada ACATE-BLUSOFT, que somou 316 mil linhas 5G em maio.
O levantamento, referente ao mês de maio, é composto pelo cruzamento de dados dos acessos móveis 5G informados à Anatel e as estimativas populacionais do IBGE para 2025. A relação considera apenas linhas de celulares e não representa necessariamente a proporção de moradores que utilizam a tecnologia, já que uma mesma pessoa pode ter mais de um acesso.
*Fonte: Teletime. Foto: Alex Caceres/Unsplash
Fique por dentro do ecossistema através da newsletter, do LinkedIn e do Instagram da ACATE.

